Pergunta
Um cristão pode ser nudista?
Resposta
Muitas culturas pagãs ao longo da história consideravam a nudez pública algo normal, especialmente as sociedades espartana, grega e romana. Em anos mais recentes, a nudez pública tem se tornado cada vez mais aceitável, com muitos grupos promovendo uma filosofia de “retorno à natureza” e os supostos benefícios para a saúde de se ficar sem roupas. Os nudistas, ou naturistas, formam clubes, frequentam praias sem roupa e participam de atividades que vão desde caminhadas até passeios a cavalo ao natural.
Embora os padrões do mundo possam permitir ou até incentivar a nudez, a Bíblia apresenta uma perspectiva diferente. É verdade que os primeiros seres humanos foram criados por Deus sem roupas (Gênesis 2:25). Adão e Eva eram inocentes em sua nudez, mas, após a queda, tudo mudou. Quando pecaram, “os olhos de ambos se abriram; e, percebendo que estavam nus, costuraram folhas de figueira e fizeram cintas para si” (Gênesis 3:7). Antes disso, eles nunca haviam percebido que estavam sem roupas — os conceitos de “vestido” e “nu” não tinham significado para eles. O pecado afetou os seus corações e mentes, gerando vulnerabilidade, culpa e vergonha, e essas coisas produziram medo (versículo 10). Na tentativa de cobrir a sua vergonha espiritual, Adão e Eva intuitivamente cobriram os seus corpos. Devemos notar que, quando Deus retirou as suas folhas de figueira — uma cobertura insuficiente —, Ele as substituiu por algo mais duradouro — peles de animais (versículo 21). Assim, Deus considerou o uso de roupas apropriado e necessário em um mundo caído.
A nudez passou então a ter implicações ligadas ao pecado. Com poucas exceções, a Bíblia apresenta a nudez como algo vergonhoso e degradante (Gênesis 9:21; Êxodo 20:26; 32:25; 2 Crônicas 28:19; Isaías 47:3; Ezequiel 16:35–36; Lucas 8:27; Apocalipse 3:17; 16:15; 17:16). As únicas passagens em que a nudez aparece sem vergonha são aquelas que descrevem o ambiente ideal do Éden ou que tratam da relação conjugal (Provérbios 5:18–19; Cânticos 4).
Ainda vivemos em um mundo caído, cercado por luxúria, imoralidade e perversão. A inocência do Éden se foi. A filosofia naturista ignora as consequências da queda. Mesmo em contextos considerados “assexuados”, a exposição pública da nudez desonra a Deus ao fingir uma inocência que já não existe. Um cristão não deve ser nudista nem participar de atividades desse tipo.
Embora os padrões do mundo possam permitir ou até incentivar a nudez, a Bíblia apresenta uma perspectiva diferente. É verdade que os primeiros seres humanos foram criados por Deus sem roupas (Gênesis 2:25). Adão e Eva eram inocentes em sua nudez, mas, após a queda, tudo mudou. Quando pecaram, “os olhos de ambos se abriram; e, percebendo que estavam nus, costuraram folhas de figueira e fizeram cintas para si” (Gênesis 3:7). Antes disso, eles nunca haviam percebido que estavam sem roupas — os conceitos de “vestido” e “nu” não tinham significado para eles. O pecado afetou os seus corações e mentes, gerando vulnerabilidade, culpa e vergonha, e essas coisas produziram medo (versículo 10). Na tentativa de cobrir a sua vergonha espiritual, Adão e Eva intuitivamente cobriram os seus corpos. Devemos notar que, quando Deus retirou as suas folhas de figueira — uma cobertura insuficiente —, Ele as substituiu por algo mais duradouro — peles de animais (versículo 21). Assim, Deus considerou o uso de roupas apropriado e necessário em um mundo caído.
A nudez passou então a ter implicações ligadas ao pecado. Com poucas exceções, a Bíblia apresenta a nudez como algo vergonhoso e degradante (Gênesis 9:21; Êxodo 20:26; 32:25; 2 Crônicas 28:19; Isaías 47:3; Ezequiel 16:35–36; Lucas 8:27; Apocalipse 3:17; 16:15; 17:16). As únicas passagens em que a nudez aparece sem vergonha são aquelas que descrevem o ambiente ideal do Éden ou que tratam da relação conjugal (Provérbios 5:18–19; Cânticos 4).
Ainda vivemos em um mundo caído, cercado por luxúria, imoralidade e perversão. A inocência do Éden se foi. A filosofia naturista ignora as consequências da queda. Mesmo em contextos considerados “assexuados”, a exposição pública da nudez desonra a Deus ao fingir uma inocência que já não existe. Um cristão não deve ser nudista nem participar de atividades desse tipo.