Pergunta
O que a Bíblia diz sobre a união?
Resposta
A união pode ser definida como a sensação de satisfação ao estar ligado a outras pessoas por um propósito específico. Estar apenas fisicamente próximo de um grupo não gera esse sentimento. É o espírito de unidade, que surge quando as mentes concordam, que cria a verdadeira união.
A convivência traz algumas vantagens práticas em relação à solidão, e isso se aplica a muitas situações:
“Melhor é serem dois do que um, porque maior é o pagamento pelo seu trabalho. Porque se caírem, um levanta o companheiro. Mas ai do que estiver só, pois, caindo, não haverá quem o levante. Também, se dois dormirem juntos, eles se aquecerão; mas, se for um sozinho, como se aquecerá? Se alguém quiser dominar um deles, os dois poderão resistir; o cordão de três dobras não se rompe com facilidade” (Eclesiastes 4:9–12).
A união pode ser positiva ou negativa, dependendo da razão por trás dela. Um bom exemplo de união em um contexto positivo é a união de Adão e Eva. Não era bom que o homem estivesse só (Gênesis 2:18); por isso, Deus criou Eva e a trouxe ao homem (versículo 22). O princípio de o homem deixar seus pais e apegar-se à sua esposa foi, assim, estabelecido, visto que os dois se tornam uma só carne no casamento (versículo 24).
Um dos primeiros exemplos de união em um contexto negativo é a Torre de Babel, em Gênesis 11. Após o dilúvio (Gênesis 6–8), as pessoas começaram a repovoar a Terra. Mas, em vez de se espalharem e preencherem a Terra como Deus havia ordenado (Gênesis 9:1), elas permaneceram reunidas e passaram a agir por conta própria. Gênesis 11:4 registra os líderes dizendo: “Venham, vamos construir uma cidade e uma torre cujo topo chegue até os céus e tornemos célebre o nosso nome, para que não sejamos espalhados por toda a terra.” As razões exatas para a construção dessa torre e a subsequente destruição por Deus têm sido debatidas há séculos. Muito provavelmente, a união necessária para construir tal torre estava relacionada a algum tipo de adoração de ídolos, já que o povo estava ativamente desobedecendo a Deus. Por estarem tão unidos em sua rebelião contra Deus, o Senhor destruiu essa união confundindo suas línguas (Gênesis 11:7). Isso resultou na realização do Seu plano, pois as pessoas finalmente se espalharam pela terra e a subjugaram.
Quando as pessoas se unem para os propósitos de Deus, Ele se agrada disso. Ele escolheu os descendentes de Abraão para que se tornassem uma nação à parte (Gênesis 12:2) e os reuniu para que aprendessem as Suas leis e os Seus caminhos (Deuteronômio 5:31–33). Ele os protegeu da fome durante uma escassez (Gênesis 41:53–42:5) e os conduziu para fora da escravidão no Egito (Êxodo 14:21–22). Por meio desse grupo único de pessoas, Deus um dia enviaria o Seu Messias (Isaías 9:6–7). Deus os abençoou em conjunto quando eles lhe obedeceram e os castigou em conjunto quando se rebelaram. Ao longo do Antigo Testamento, Deus frequentemente lidou com as nações como um todo e as abençoou quando o povo, em união, O honrava (Salmos 33:12; 144:15).
A unidade é um dos temas mais importantes do Novo Testamento. Na oração mais longa de Jesus que foi registrada, Ele orou para que os Seus seguidores “fossem um, assim como Tu e eu, Pai, somos um” (João 17:21). O apóstolo Paulo exortou as igrejas em muitas de suas epístolas a “manterem a unidade do Espírito no vínculo da paz” (Efésios 4:3). Colossenses 3:12–14 diz: “Portanto, como eleitos de Deus, santos e amados, revistam-se de profunda compaixão, de bondade, de humildade, de mansidão, de paciência. Suportem-se uns aos outros e perdoem-se mutuamente, caso alguém tenha motivo de queixa contra outra pessoa. Assim como o Senhor perdoou vocês, perdoem também uns aos outros. Acima de tudo isto, porém, esteja o amor, que é o vínculo da perfeição.”
O oposto da união é a discórdia e a contenda, que a Bíblia condena veementemente (1 Coríntios 3:3; Mateus 12:25; Romanos 13:13). As divisões dentro do corpo de Cristo impedem a obra de Deus por meio de nós e desviam o nosso foco para dentro, em vez de para fora, em direção aos outros. A igreja de Cristo é composta por todos os crentes; fomos batizados em Seu corpo e dotados de diversos dons para o benefício desse corpo (1 Coríntios 12:7–11, 13). Quando trabalhamos juntos, em vez de cada um buscar os seus próprios interesses, realizamos mais para o reino de Deus. A união em espírito, com Cristo como nossa Cabeça, é o ideal de Deus para a Sua família.
“Oh! Como é bom e agradável viverem unidos os irmãos!” (Salmo 133:1).
A convivência traz algumas vantagens práticas em relação à solidão, e isso se aplica a muitas situações:
“Melhor é serem dois do que um, porque maior é o pagamento pelo seu trabalho. Porque se caírem, um levanta o companheiro. Mas ai do que estiver só, pois, caindo, não haverá quem o levante. Também, se dois dormirem juntos, eles se aquecerão; mas, se for um sozinho, como se aquecerá? Se alguém quiser dominar um deles, os dois poderão resistir; o cordão de três dobras não se rompe com facilidade” (Eclesiastes 4:9–12).
A união pode ser positiva ou negativa, dependendo da razão por trás dela. Um bom exemplo de união em um contexto positivo é a união de Adão e Eva. Não era bom que o homem estivesse só (Gênesis 2:18); por isso, Deus criou Eva e a trouxe ao homem (versículo 22). O princípio de o homem deixar seus pais e apegar-se à sua esposa foi, assim, estabelecido, visto que os dois se tornam uma só carne no casamento (versículo 24).
Um dos primeiros exemplos de união em um contexto negativo é a Torre de Babel, em Gênesis 11. Após o dilúvio (Gênesis 6–8), as pessoas começaram a repovoar a Terra. Mas, em vez de se espalharem e preencherem a Terra como Deus havia ordenado (Gênesis 9:1), elas permaneceram reunidas e passaram a agir por conta própria. Gênesis 11:4 registra os líderes dizendo: “Venham, vamos construir uma cidade e uma torre cujo topo chegue até os céus e tornemos célebre o nosso nome, para que não sejamos espalhados por toda a terra.” As razões exatas para a construção dessa torre e a subsequente destruição por Deus têm sido debatidas há séculos. Muito provavelmente, a união necessária para construir tal torre estava relacionada a algum tipo de adoração de ídolos, já que o povo estava ativamente desobedecendo a Deus. Por estarem tão unidos em sua rebelião contra Deus, o Senhor destruiu essa união confundindo suas línguas (Gênesis 11:7). Isso resultou na realização do Seu plano, pois as pessoas finalmente se espalharam pela terra e a subjugaram.
Quando as pessoas se unem para os propósitos de Deus, Ele se agrada disso. Ele escolheu os descendentes de Abraão para que se tornassem uma nação à parte (Gênesis 12:2) e os reuniu para que aprendessem as Suas leis e os Seus caminhos (Deuteronômio 5:31–33). Ele os protegeu da fome durante uma escassez (Gênesis 41:53–42:5) e os conduziu para fora da escravidão no Egito (Êxodo 14:21–22). Por meio desse grupo único de pessoas, Deus um dia enviaria o Seu Messias (Isaías 9:6–7). Deus os abençoou em conjunto quando eles lhe obedeceram e os castigou em conjunto quando se rebelaram. Ao longo do Antigo Testamento, Deus frequentemente lidou com as nações como um todo e as abençoou quando o povo, em união, O honrava (Salmos 33:12; 144:15).
A unidade é um dos temas mais importantes do Novo Testamento. Na oração mais longa de Jesus que foi registrada, Ele orou para que os Seus seguidores “fossem um, assim como Tu e eu, Pai, somos um” (João 17:21). O apóstolo Paulo exortou as igrejas em muitas de suas epístolas a “manterem a unidade do Espírito no vínculo da paz” (Efésios 4:3). Colossenses 3:12–14 diz: “Portanto, como eleitos de Deus, santos e amados, revistam-se de profunda compaixão, de bondade, de humildade, de mansidão, de paciência. Suportem-se uns aos outros e perdoem-se mutuamente, caso alguém tenha motivo de queixa contra outra pessoa. Assim como o Senhor perdoou vocês, perdoem também uns aos outros. Acima de tudo isto, porém, esteja o amor, que é o vínculo da perfeição.”
O oposto da união é a discórdia e a contenda, que a Bíblia condena veementemente (1 Coríntios 3:3; Mateus 12:25; Romanos 13:13). As divisões dentro do corpo de Cristo impedem a obra de Deus por meio de nós e desviam o nosso foco para dentro, em vez de para fora, em direção aos outros. A igreja de Cristo é composta por todos os crentes; fomos batizados em Seu corpo e dotados de diversos dons para o benefício desse corpo (1 Coríntios 12:7–11, 13). Quando trabalhamos juntos, em vez de cada um buscar os seus próprios interesses, realizamos mais para o reino de Deus. A união em espírito, com Cristo como nossa Cabeça, é o ideal de Deus para a Sua família.
“Oh! Como é bom e agradável viverem unidos os irmãos!” (Salmo 133:1).