Pergunta
Quem foi J. I. Packer?
Resposta
James Innell Packer (22 de julho de 1926 — 17 de julho de 2020) foi um influente autor, professor, teólogo e clérigo. Ele passou a primeira metade de sua vida na Inglaterra e a segunda metade no Canadá. Ao longo de seus quase 70 anos de escrita e ministério, ele enfatizou a importância de conhecer, orar e ter comunhão com o Deus trino. Ele exortou a igreja a levar a sério a santidade e o arrependimento, caminhando no Espírito e lutando contra o pecado que habita em nós. Ele defendeu a autoridade bíblica e defendeu a causa da catequese para a formação de discípulos. E reintroduziu várias gerações aos seus amados antepassados puritanos” (www.thegospelcoalition.org/blogs/justin-taylor/j-i-packer-1926-2020, acessado em 24/06/21).
Packer nasceu em Gloucester, Inglaterra, em um lar nominalmente anglicano. Embora a sua igreja local não o tivesse ensinado sobre a necessidade de confiar em Cristo para a salvação, ele se converteu enquanto estudava na Universidade de Oxford, ao participar de um culto evangelístico. Mais tarde, ele diria: “Não consigo me convencer a usar a expressão ‘eu encontrei Cristo’. Só sinto que é verdade quando digo ‘Cristo me encontrou’” (transcrito de www.youtube.com/watch?v=Y2yiQIXFdLU, acessado em 24/6/21). Durante o seu período em Oxford, Packer assistiu a palestras de C. S. Lewis, e ouvir Lewis influenciou profundamente o seu pensamento espiritual. O tema de seu trabalho de doutorado foi Richard Baxter, líder da igreja puritana do século XVII. Packer obteve seus diplomas de bacharelado, mestrado e doutorado em Oxford.
Após obter o seu doutorado, J. I. Packer atuou como sacerdote na Igreja da Inglaterra e também ocupou vários cargos acadêmicos. Ele também atuou como diretor da Latimer House em Oxford, um centro de pesquisa para estudos evangélicos.
Em 1958, Packer publicou o seu primeiro livro, "Fundamentalismo" e a Palavra de Deus, que vendeu 20.000 cópias naquele ano e permaneceu em circulação desde então. Este livro era uma defesa da doutrina evangélica da autoridade e suficiência das Escrituras. Packer tornou-se um dos principais evangélicos da Inglaterra. Mais tarde, ele contribuiria para a Declaração de Chicago sobre a Inerrância Bíblica e faria da autoridade da Bíblia um tema consistente em seus ensinamentos.
Em 1973, Packer publicou seu livro mais popular e influente, O Conhecimento de Deus, que vendeu mais de 1,5 milhão de cópias, ficou em quinto lugar em uma pesquisa da Christianity Today (Cristianismo Hoje) sobre os 50 livros que mais influenciaram os evangélicos (www.librarything.com/bookaward/Christianity+Today%27s+Top+50+Books+That+Have+Shaped+Evangelicals, acessado em 24/6/21).
Em 1979, J. I. Packer mudou-se para Vancouver, no Canadá, para ingressar no corpo docente do Regent College, onde atuou pelo restante de sua carreira acadêmica.
J. I. Packer foi um escritor prolífico e também atuou no conselho de tradução da English Standard Version da Bíblia. Em 2005, a revista Time o listou como um dos 25 evangélicos mais influentes. Ele se considerava um clérigo comum que também era teólogo e um puritano moderno. Grande parte de seus escritos não era destinada a outros teólogos, mas ao cristão comum. “Packer tornou-se um dos evangélicos mais famosos de sua época, mas nunca ocupou um cargo de prestígio em uma grande universidade e nunca ocupou um púlpito de alta visibilidade de forma permanente. Ele era um homem gentil, com uma disposição pacífica” (www.christianitytoday.com/news/2020/july/j-i-packer-died-evangelical-theologian-knowing-god.html, acessado em 24/6/21).
Apesar de sua postura discreta, Packer frequentemente se envolvia em controvérsias. Ele teve uma discordância pública com o seu amigo e colega evangélico Martyn Lloyd-Jones sobre o catolicismo. Lloyd-Jones considerava que Packer era demasiado tolerante em relação a alguns pontos da teologia católica, e Packer foi posteriormente criticado pelo seu trabalho em Evangelicals and Catholics Together (Evangélicos e Católicos Juntos), um documento ecumênico de 1994 que enfatizava a necessidade de evangélicos e católicos apresentarem uma frente unida contra a decadência cultural e social. Packer também votou a favor da separação da Igreja da Inglaterra devido à sua aceitação dos casamentos entre pessoas do mesmo sexo, e era um defensor do complementarismo nos papéis de gênero.
Em 2016, Packer não podia mais viajar ou falar em público e ficou cego devido à degeneração macular. “Quando questionado no final da vida sobre quais seriam suas últimas palavras para a igreja, Packer respondeu: ‘Acho que posso resumir com essas palavras: Glorifique a Cristo de todas as maneiras’” (ibid., acessado em 24/6/21).
Apresentamos algumas citações notáveis de J. I. Packer:
“Saber que nada acontece no mundo de Deus sem a vontade de Deus pode assustar os ímpios, mas estabiliza os santos.”
"O lema do cristão não deve ser 'Deixe ir e deixe Deus', mas 'Confie em Deus e siga em frente.'"
"Para o cristão, o melhor ainda está por vir. . . . A riqueza de nosso Pai é imensurável, e nós herdaremos toda a sua propriedade."
“Desconsiderar o estudo de Deus é condenar-se a tropeçar e errar pela vida, como que com os olhos vendados, sem senso de direção e sem compreensão do que o rodeia. Dessa forma, pode desperdiçar a sua vida e perder a sua alma.”
"'Pai' é o nome cristão para Deus. A nossa compreensão do cristianismo não pode ser superior à nossa compreensão da adoção."
"A adoção é o maior privilégio do evangelho. O traidor é perdoado, convidado para a ceia e recebe o nome da família. Estar em paz com Deus, o Juiz, é algo grandioso, mas ser amado e cuidado por Deus, o Pai, é ainda mais significativo."
Packer nasceu em Gloucester, Inglaterra, em um lar nominalmente anglicano. Embora a sua igreja local não o tivesse ensinado sobre a necessidade de confiar em Cristo para a salvação, ele se converteu enquanto estudava na Universidade de Oxford, ao participar de um culto evangelístico. Mais tarde, ele diria: “Não consigo me convencer a usar a expressão ‘eu encontrei Cristo’. Só sinto que é verdade quando digo ‘Cristo me encontrou’” (transcrito de www.youtube.com/watch?v=Y2yiQIXFdLU, acessado em 24/6/21). Durante o seu período em Oxford, Packer assistiu a palestras de C. S. Lewis, e ouvir Lewis influenciou profundamente o seu pensamento espiritual. O tema de seu trabalho de doutorado foi Richard Baxter, líder da igreja puritana do século XVII. Packer obteve seus diplomas de bacharelado, mestrado e doutorado em Oxford.
Após obter o seu doutorado, J. I. Packer atuou como sacerdote na Igreja da Inglaterra e também ocupou vários cargos acadêmicos. Ele também atuou como diretor da Latimer House em Oxford, um centro de pesquisa para estudos evangélicos.
Em 1958, Packer publicou o seu primeiro livro, "Fundamentalismo" e a Palavra de Deus, que vendeu 20.000 cópias naquele ano e permaneceu em circulação desde então. Este livro era uma defesa da doutrina evangélica da autoridade e suficiência das Escrituras. Packer tornou-se um dos principais evangélicos da Inglaterra. Mais tarde, ele contribuiria para a Declaração de Chicago sobre a Inerrância Bíblica e faria da autoridade da Bíblia um tema consistente em seus ensinamentos.
Em 1973, Packer publicou seu livro mais popular e influente, O Conhecimento de Deus, que vendeu mais de 1,5 milhão de cópias, ficou em quinto lugar em uma pesquisa da Christianity Today (Cristianismo Hoje) sobre os 50 livros que mais influenciaram os evangélicos (www.librarything.com/bookaward/Christianity+Today%27s+Top+50+Books+That+Have+Shaped+Evangelicals, acessado em 24/6/21).
Em 1979, J. I. Packer mudou-se para Vancouver, no Canadá, para ingressar no corpo docente do Regent College, onde atuou pelo restante de sua carreira acadêmica.
J. I. Packer foi um escritor prolífico e também atuou no conselho de tradução da English Standard Version da Bíblia. Em 2005, a revista Time o listou como um dos 25 evangélicos mais influentes. Ele se considerava um clérigo comum que também era teólogo e um puritano moderno. Grande parte de seus escritos não era destinada a outros teólogos, mas ao cristão comum. “Packer tornou-se um dos evangélicos mais famosos de sua época, mas nunca ocupou um cargo de prestígio em uma grande universidade e nunca ocupou um púlpito de alta visibilidade de forma permanente. Ele era um homem gentil, com uma disposição pacífica” (www.christianitytoday.com/news/2020/july/j-i-packer-died-evangelical-theologian-knowing-god.html, acessado em 24/6/21).
Apesar de sua postura discreta, Packer frequentemente se envolvia em controvérsias. Ele teve uma discordância pública com o seu amigo e colega evangélico Martyn Lloyd-Jones sobre o catolicismo. Lloyd-Jones considerava que Packer era demasiado tolerante em relação a alguns pontos da teologia católica, e Packer foi posteriormente criticado pelo seu trabalho em Evangelicals and Catholics Together (Evangélicos e Católicos Juntos), um documento ecumênico de 1994 que enfatizava a necessidade de evangélicos e católicos apresentarem uma frente unida contra a decadência cultural e social. Packer também votou a favor da separação da Igreja da Inglaterra devido à sua aceitação dos casamentos entre pessoas do mesmo sexo, e era um defensor do complementarismo nos papéis de gênero.
Em 2016, Packer não podia mais viajar ou falar em público e ficou cego devido à degeneração macular. “Quando questionado no final da vida sobre quais seriam suas últimas palavras para a igreja, Packer respondeu: ‘Acho que posso resumir com essas palavras: Glorifique a Cristo de todas as maneiras’” (ibid., acessado em 24/6/21).
Apresentamos algumas citações notáveis de J. I. Packer:
“Saber que nada acontece no mundo de Deus sem a vontade de Deus pode assustar os ímpios, mas estabiliza os santos.”
"O lema do cristão não deve ser 'Deixe ir e deixe Deus', mas 'Confie em Deus e siga em frente.'"
"Para o cristão, o melhor ainda está por vir. . . . A riqueza de nosso Pai é imensurável, e nós herdaremos toda a sua propriedade."
“Desconsiderar o estudo de Deus é condenar-se a tropeçar e errar pela vida, como que com os olhos vendados, sem senso de direção e sem compreensão do que o rodeia. Dessa forma, pode desperdiçar a sua vida e perder a sua alma.”
"'Pai' é o nome cristão para Deus. A nossa compreensão do cristianismo não pode ser superior à nossa compreensão da adoção."
"A adoção é o maior privilégio do evangelho. O traidor é perdoado, convidado para a ceia e recebe o nome da família. Estar em paz com Deus, o Juiz, é algo grandioso, mas ser amado e cuidado por Deus, o Pai, é ainda mais significativo."