Pergunta
O que significa "linguagem obscena" em Colossenses 3:8?
Resposta
A nova vida em Cristo é uma realidade profunda (João 17:23; Romanos 6:4-5; Colossenses 3:1-3; Gálatas 2:20). O crente nascido de novo obtém a sua vida real e a sua existência legítima do centro e da fonte de toda a vida, que é o próprio Jesus Cristo. Por causa dessa realidade espiritual, o apóstolo Paulo exorta os cristãos a "matar" ou "livrar-se" de quaisquer coisas pecaminosas da natureza terrena que ainda estejam à espreita dentro deles. Ele lista alguns exemplos práticos: "Portanto, façam morrer tudo o que pertence à natureza terrena: imoralidade sexual, impureza, paixões, maus desejos e a avareza, que é idolatria; por causa destas coisas é que vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência. Vocês também andaram nessas mesmas coisas, no passado, quando viviam nelas. Agora, porém, abandonem igualmente todas estas coisas: ira, indignação, maldade, blasfêmia, linguagem obscena no falar. Não mintam uns aos outros, uma vez que vocês se despiram da velha natureza com as suas práticas e se revestiram da nova natureza que se renova para o pleno conhecimento, segundo a imagem daquele que a criou" (Colossenses 3:5-10).
Paulo fez uma admoestação semelhante aos efésios: "Que a imoralidade sexual e toda impureza ou avareza não sejam nem sequer mencionadas entre vocês, como convém a santos. Não usem linguagem grosseira, não digam coisas tolas nem indecentes, pois isso não convém; pelo contrário, digam palavras de ação de graças" (Efésios 5:3-4).
O termo grego (aischrologia), traduzido como "linguagem obscena" em Colossenses 3:8, refere-se à linguagem lasciva, suja, baixa, imunda ou abusiva. Esse tipo de conversa se aplica não apenas a palavrões e obscenidades, mas também a palavras abusivas e ofensivas. Qualquer tipo de linguagem suja, seja ela grosseira, insensível ou ofensiva, inevitavelmente prejudica ou fere o ouvinte de uma forma ou de outra. A maioria dos estudiosos concorda que a ênfase de Paulo em Colossenses 3:8 está na linguagem abusiva, destrutiva e divisiva.
Provérbios 10:11 diz que "a boca do justo é manancial de vida, mas na boca dos ímpios mora a violência" (Provérbios 10:11). "A língua serena é árvore de vida", informa Provérbios 15:4. De acordo com Provérbios 18:21, nossas palavras têm efeitos poderosos, de vida ou morte: "A morte e a vida estão no poder da língua; quem bem a utiliza come do seu fruto". Podemos encorajar e edificar as pessoas com palavras revigorantes de vida (Romanos 15:2; 1 Tessalonicenses 5:11) ou arrastá-las para as consequências tóxicas de nossa linguagem suja.
Jesus explicou que as nossas palavras revelam a condição de nosso coração: "Raça de víboras! Como vocês podem falar coisas boas, sendo maus? Porque a boca fala do que está cheio o coração. A pessoa boa tira do tesouro bom coisas boas; mas a pessoa má do mau tesouro tira coisas más. Digo a vocês que, no Dia do Juízo, as pessoas darão conta de toda palavra inútil que proferirem; porque, pelas suas palavras, você será justificado e, pelas suas palavras, você será condenado" (Mateus 12:34-37; veja também Mateus 15:10-11; 15:18-20).
Quando nosso coração estiver em íntima comunhão com Jesus, extraindo de Sua fonte de vida, pensaremos antes de falar e escolheremos palavras que O agradem (Salmo 17:3; 19:14; 39:1; 141:3). "Não saia da boca de vocês nenhuma palavra suja, mas unicamente a que for boa para edificação, conforme a necessidade, e, assim, transmita graça aos que ouvem" (Efésios 4:29). Por outro lado, quando a nossa velha natureza terrena domina o nosso coração, é mais provável que produzamos coisas pecaminosas, como raiva, malícia, calúnia e linguagem imunda (ver Salmo 36:1-3; 50:19; 59:12; Provérbios 18:6-7).
A sua fala reflete a vida de Cristo como a fonte e o centro de seu ser? Você está falando da vida dEle para o seu marido, esposa, filhos, entes queridos, irmãos e amigos? Ou a linguagem imunda está destruindo o seu casamento, família, amizades, igrejas, bairros e ministérios?
Como Jesus Cristo é o centro de nossa vida, nossa linguagem pode e deve ser como a dEle, nunca abusiva, mas sempre "cheia de graça" para com os outros (Colossenses 4:6). Devemos desenvolver um vocabulário vivificante que edifique as pessoas, em vez de um arsenal de linguagem suja que abata os outros (Efésios 4:15; Tiago 3:9-10; 4:11).
Paulo fez uma admoestação semelhante aos efésios: "Que a imoralidade sexual e toda impureza ou avareza não sejam nem sequer mencionadas entre vocês, como convém a santos. Não usem linguagem grosseira, não digam coisas tolas nem indecentes, pois isso não convém; pelo contrário, digam palavras de ação de graças" (Efésios 5:3-4).
O termo grego (aischrologia), traduzido como "linguagem obscena" em Colossenses 3:8, refere-se à linguagem lasciva, suja, baixa, imunda ou abusiva. Esse tipo de conversa se aplica não apenas a palavrões e obscenidades, mas também a palavras abusivas e ofensivas. Qualquer tipo de linguagem suja, seja ela grosseira, insensível ou ofensiva, inevitavelmente prejudica ou fere o ouvinte de uma forma ou de outra. A maioria dos estudiosos concorda que a ênfase de Paulo em Colossenses 3:8 está na linguagem abusiva, destrutiva e divisiva.
Provérbios 10:11 diz que "a boca do justo é manancial de vida, mas na boca dos ímpios mora a violência" (Provérbios 10:11). "A língua serena é árvore de vida", informa Provérbios 15:4. De acordo com Provérbios 18:21, nossas palavras têm efeitos poderosos, de vida ou morte: "A morte e a vida estão no poder da língua; quem bem a utiliza come do seu fruto". Podemos encorajar e edificar as pessoas com palavras revigorantes de vida (Romanos 15:2; 1 Tessalonicenses 5:11) ou arrastá-las para as consequências tóxicas de nossa linguagem suja.
Jesus explicou que as nossas palavras revelam a condição de nosso coração: "Raça de víboras! Como vocês podem falar coisas boas, sendo maus? Porque a boca fala do que está cheio o coração. A pessoa boa tira do tesouro bom coisas boas; mas a pessoa má do mau tesouro tira coisas más. Digo a vocês que, no Dia do Juízo, as pessoas darão conta de toda palavra inútil que proferirem; porque, pelas suas palavras, você será justificado e, pelas suas palavras, você será condenado" (Mateus 12:34-37; veja também Mateus 15:10-11; 15:18-20).
Quando nosso coração estiver em íntima comunhão com Jesus, extraindo de Sua fonte de vida, pensaremos antes de falar e escolheremos palavras que O agradem (Salmo 17:3; 19:14; 39:1; 141:3). "Não saia da boca de vocês nenhuma palavra suja, mas unicamente a que for boa para edificação, conforme a necessidade, e, assim, transmita graça aos que ouvem" (Efésios 4:29). Por outro lado, quando a nossa velha natureza terrena domina o nosso coração, é mais provável que produzamos coisas pecaminosas, como raiva, malícia, calúnia e linguagem imunda (ver Salmo 36:1-3; 50:19; 59:12; Provérbios 18:6-7).
A sua fala reflete a vida de Cristo como a fonte e o centro de seu ser? Você está falando da vida dEle para o seu marido, esposa, filhos, entes queridos, irmãos e amigos? Ou a linguagem imunda está destruindo o seu casamento, família, amizades, igrejas, bairros e ministérios?
Como Jesus Cristo é o centro de nossa vida, nossa linguagem pode e deve ser como a dEle, nunca abusiva, mas sempre "cheia de graça" para com os outros (Colossenses 4:6). Devemos desenvolver um vocabulário vivificante que edifique as pessoas, em vez de um arsenal de linguagem suja que abata os outros (Efésios 4:15; Tiago 3:9-10; 4:11).