Pergunta
O que significa "leais são as feridas de um amigo" (Provérbios 27:6)?
Resposta
O termo amor duro pode ter sido cunhado nos últimos anos, mas a ideia existe desde os tempos bíblicos. O Merriam-Webster define amor duro como "amor ou preocupação afetuosa expressa de maneira severa ou não sentimental (como por meio de disciplina), especialmente para promover um comportamento responsável". Provérbios 27:5-6 descreve o amor duro da seguinte forma: "Melhor é a repreensão franca do que o amor encoberto. Leais são as feridas feitas pelo que ama, porém os beijos de quem odeia são enganosos".
A repreensão aberta refere-se ao fato de confrontar o mau comportamento de alguém de forma franca e verdadeira. Ela pode ser percebida como dura ou ofensiva para quem a recebe, mas quando a intenção é promover o bem-estar de outra pessoa e ajudá-la a mudar seu comportamento, a verdadeira motivação é o amor. "O amigo quer o nosso bem, mesmo quando nos fere", diz a Nova Tradução na Linguagem de Hoje.
Um amigo genuíno não esconde a verdade. Ele ou ela será honesto e dirá o que precisa ser dito, mesmo que doa. As feridas de um amigo são fiéis porque a crítica ou o discurso sincero de um amigo verdadeiro se baseia em um relacionamento leal, sincero, confiável e autêntico. Podemos confiar em um amigo que se importa o suficiente para não esconder seus verdadeiros sentimentos. "Você pode confiar em um amigo que o corrige", diz a tradução livre da Versão em inglês contemporâneo.
O apóstolo Paulo incentivou os efésios: "seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo" (Efésios 4:15). Se vivermos com medo de ofender um irmão ou irmã, não os amaremos como Cristo nos ama. O Senhor diz: "Eu repreendo e disciplino aqueles que amo. Portanto, seja zeloso e arrependa-se" (Apocalipse 3:19).
Davi sabia que as feridas de um amigo são fiéis e aceitava de bom grado a repreensão aberta dos piedosos: "Fira-me o justo, e isso será um favor; repreenda-me, e será como óleo sobre a minha cabeça, a qual não há de rejeitá-lo. Continuarei a orar enquanto os perversos praticam maldade" (Salmo 141:5). Às vezes, para ficarmos bem, temos de tomar nosso remédio na forma de uma repreensão piedosa. Um amigo fiel ousa corrigir o que está errado, e uma pessoa sábia é corajosa o suficiente para receber a correção de um amigo confiável. "Não repreenda o zombador, para que ele não odeie você; repreenda o sábio, e ele o amará", diz Provérbios 9:8.
A Bíblia nos ensina a administrar a correção com sabedoria e sempre com o amor como motivo principal. Quando os falsos mestres ameaçaram a igreja primitiva, Paulo instruiu Timóteo a "fim de que não ensinem outra doutrina, nem se ocupem com fábulas e genealogias sem fim. Essas coisas mais promovem discussões do que o serviço de Deus, na fé. O objetivo desta admoestação é o amor que procede de um coração puro, de uma boa consciência e de uma fé sem hipocrisia" (1 Timóteo 1:3-5; veja também 2 Coríntios 10:1).
O amor severo pode ser ousado e firme e ainda assim acompanhado de gentileza e bondade. Paulo disse: "... preferimos ser carinhosos quando estivemos aí com vocês, assim como uma mãe que acaricia os próprios filhos" (1 Tessalonicenses 2:7; cf. 2 Coríntios 10:1). Ele exortou os gálatas: "Irmãos, se alguém for surpreendido em alguma falta, vocês, que são espirituais, restaurem essa pessoa com espírito de brandura. E que cada um tenha cuidado para que não seja também tentado" (Gálatas 6:1). Paulo ensinou Timóteo a "disciplinar com mansidão os que se opõem a ele" (2 Timóteo 2:25). Jesus, que é nosso exemplo máximo, disse: "Tomem sobre vocês o meu jugo e aprendam de mim, porque sou manso e humilde de coração" (Mateus 11:29).
As feridas de um amigo são fiéis quando são feitas com honestidade e sinceridade, com amor. Receber humildemente uma repreensão tão dolorosa é uma honra e uma bênção. Ao ajudar a colocar um amigo de volta no caminho certo, essas feridas se tornam um bálsamo de cura, como um remédio para uma alma doente.
A repreensão aberta refere-se ao fato de confrontar o mau comportamento de alguém de forma franca e verdadeira. Ela pode ser percebida como dura ou ofensiva para quem a recebe, mas quando a intenção é promover o bem-estar de outra pessoa e ajudá-la a mudar seu comportamento, a verdadeira motivação é o amor. "O amigo quer o nosso bem, mesmo quando nos fere", diz a Nova Tradução na Linguagem de Hoje.
Um amigo genuíno não esconde a verdade. Ele ou ela será honesto e dirá o que precisa ser dito, mesmo que doa. As feridas de um amigo são fiéis porque a crítica ou o discurso sincero de um amigo verdadeiro se baseia em um relacionamento leal, sincero, confiável e autêntico. Podemos confiar em um amigo que se importa o suficiente para não esconder seus verdadeiros sentimentos. "Você pode confiar em um amigo que o corrige", diz a tradução livre da Versão em inglês contemporâneo.
O apóstolo Paulo incentivou os efésios: "seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo" (Efésios 4:15). Se vivermos com medo de ofender um irmão ou irmã, não os amaremos como Cristo nos ama. O Senhor diz: "Eu repreendo e disciplino aqueles que amo. Portanto, seja zeloso e arrependa-se" (Apocalipse 3:19).
Davi sabia que as feridas de um amigo são fiéis e aceitava de bom grado a repreensão aberta dos piedosos: "Fira-me o justo, e isso será um favor; repreenda-me, e será como óleo sobre a minha cabeça, a qual não há de rejeitá-lo. Continuarei a orar enquanto os perversos praticam maldade" (Salmo 141:5). Às vezes, para ficarmos bem, temos de tomar nosso remédio na forma de uma repreensão piedosa. Um amigo fiel ousa corrigir o que está errado, e uma pessoa sábia é corajosa o suficiente para receber a correção de um amigo confiável. "Não repreenda o zombador, para que ele não odeie você; repreenda o sábio, e ele o amará", diz Provérbios 9:8.
A Bíblia nos ensina a administrar a correção com sabedoria e sempre com o amor como motivo principal. Quando os falsos mestres ameaçaram a igreja primitiva, Paulo instruiu Timóteo a "fim de que não ensinem outra doutrina, nem se ocupem com fábulas e genealogias sem fim. Essas coisas mais promovem discussões do que o serviço de Deus, na fé. O objetivo desta admoestação é o amor que procede de um coração puro, de uma boa consciência e de uma fé sem hipocrisia" (1 Timóteo 1:3-5; veja também 2 Coríntios 10:1).
O amor severo pode ser ousado e firme e ainda assim acompanhado de gentileza e bondade. Paulo disse: "... preferimos ser carinhosos quando estivemos aí com vocês, assim como uma mãe que acaricia os próprios filhos" (1 Tessalonicenses 2:7; cf. 2 Coríntios 10:1). Ele exortou os gálatas: "Irmãos, se alguém for surpreendido em alguma falta, vocês, que são espirituais, restaurem essa pessoa com espírito de brandura. E que cada um tenha cuidado para que não seja também tentado" (Gálatas 6:1). Paulo ensinou Timóteo a "disciplinar com mansidão os que se opõem a ele" (2 Timóteo 2:25). Jesus, que é nosso exemplo máximo, disse: "Tomem sobre vocês o meu jugo e aprendam de mim, porque sou manso e humilde de coração" (Mateus 11:29).
As feridas de um amigo são fiéis quando são feitas com honestidade e sinceridade, com amor. Receber humildemente uma repreensão tão dolorosa é uma honra e uma bênção. Ao ajudar a colocar um amigo de volta no caminho certo, essas feridas se tornam um bálsamo de cura, como um remédio para uma alma doente.