Pergunta
O que é clarissenciência (percepção intuitiva)?
Resposta
A clarissenciência é a percepção daquilo que normalmente não é perceptível. É ter uma “sensibilidade clara”, assim como a clarividência é ter uma “visão clara”. Trata-se da suposta capacidade de adquirir conhecimento psíquico por meio de sensações ou sentimentos. Uma pessoa que afirma ser clarissenciente dirá que sente “vibrações” ou “energias” emanando de certos objetos, pessoas ou lugares. Também afirmará perceber a diferença entre “boas vibrações” e “energias negativas”.
Esses poderes psíquicos podem ser reais ou apenas um engano bem elaborado. Na maioria das vezes, não há significado espiritual em arrepios; sentir um “calafrio” não significa que alguém possua habilidade psíquica. Ao mesmo tempo, é possível que alguém sensível a essas sensações incomuns esteja sendo influenciado pelo maligno. Satanás possui certo poder, mas ele é limitado (veja Jó 1:6–12; Lucas 22:31). Aqueles que se envolvem com o mundo das trevas, como a feitiçaria, ou que buscam poderes psíquicos estão se afastando da fonte de poder que é Deus e entrando no campo das imitações demoníacas.
Deus condenou fortemente adivinhos, feiticeiros, magos, astrólogos e todos os que praticam ocultismo (Êxodo 22:18; Deuteronômio 18:10; Levítico 19:31). As mensagens obtidas por esses meios não são confiáveis: “Porque os ídolos do lar falam coisas vãs e os adivinhos veem mentiras e contam sonhos enganadores; oferecem consolações vazias. Por isso, o povo anda como ovelhas, aflito por não ter pastor” (Zacarias 10:2). Qualquer tentativa de obter informações por meio de poder telepático, clarissenciência ou percepção extrassensorial é abrir-se para uma força que se opõe a Deus.
A clarissenciência não é a mesma coisa que o discernimento cristão. Deus concede sabedoria àqueles que a pedem (Tiago 1:5), e o entendimento espiritual vem por meio de uma vida cheia do Espírito. Mas isso não tem nada a ver com sensações físicas, percepção de presenças espirituais ou uso de sentimentos para validar a verdade. Trata-se, antes, do “pleno conhecimento da vontade de Deus, em toda a sabedoria e entendimento espiritual” (Colossenses 1:9).
Satanás pode, de fato, se manifestar por meio de vibrações, vozes, sons ou outras experiências enganosas, destinadas a impressionar os ingênuos e desviá-los. Tais experiências são semelhantes aos “sinais mentirosos” mencionados em 2 Tessalonicenses 2:9. A clarissenciência e essas “vibrações psíquicas” não vêm de Deus e são espiritualmente perigosas para aqueles que buscam tais “dons”.
A clarissenciência e práticas semelhantes muitas vezes são fruto da imaginação humana. Ainda assim, há pessoas que permitem tal influência em suas mentes que passam a acreditar que “sentem” o invisível. A Bíblia nos alerta a evitar tudo o que está relacionado à clarissenciência, à clarividência e à percepção extrassensorial. Pessoas que afirmam possuir esse tipo de capacidade ou que se consideram clarissencientes estão envolvidas em engano ou armadilha — e é provável que elas mesmas estejam sendo enganadas.
Esses poderes psíquicos podem ser reais ou apenas um engano bem elaborado. Na maioria das vezes, não há significado espiritual em arrepios; sentir um “calafrio” não significa que alguém possua habilidade psíquica. Ao mesmo tempo, é possível que alguém sensível a essas sensações incomuns esteja sendo influenciado pelo maligno. Satanás possui certo poder, mas ele é limitado (veja Jó 1:6–12; Lucas 22:31). Aqueles que se envolvem com o mundo das trevas, como a feitiçaria, ou que buscam poderes psíquicos estão se afastando da fonte de poder que é Deus e entrando no campo das imitações demoníacas.
Deus condenou fortemente adivinhos, feiticeiros, magos, astrólogos e todos os que praticam ocultismo (Êxodo 22:18; Deuteronômio 18:10; Levítico 19:31). As mensagens obtidas por esses meios não são confiáveis: “Porque os ídolos do lar falam coisas vãs e os adivinhos veem mentiras e contam sonhos enganadores; oferecem consolações vazias. Por isso, o povo anda como ovelhas, aflito por não ter pastor” (Zacarias 10:2). Qualquer tentativa de obter informações por meio de poder telepático, clarissenciência ou percepção extrassensorial é abrir-se para uma força que se opõe a Deus.
A clarissenciência não é a mesma coisa que o discernimento cristão. Deus concede sabedoria àqueles que a pedem (Tiago 1:5), e o entendimento espiritual vem por meio de uma vida cheia do Espírito. Mas isso não tem nada a ver com sensações físicas, percepção de presenças espirituais ou uso de sentimentos para validar a verdade. Trata-se, antes, do “pleno conhecimento da vontade de Deus, em toda a sabedoria e entendimento espiritual” (Colossenses 1:9).
Satanás pode, de fato, se manifestar por meio de vibrações, vozes, sons ou outras experiências enganosas, destinadas a impressionar os ingênuos e desviá-los. Tais experiências são semelhantes aos “sinais mentirosos” mencionados em 2 Tessalonicenses 2:9. A clarissenciência e essas “vibrações psíquicas” não vêm de Deus e são espiritualmente perigosas para aqueles que buscam tais “dons”.
A clarissenciência e práticas semelhantes muitas vezes são fruto da imaginação humana. Ainda assim, há pessoas que permitem tal influência em suas mentes que passam a acreditar que “sentem” o invisível. A Bíblia nos alerta a evitar tudo o que está relacionado à clarissenciência, à clarividência e à percepção extrassensorial. Pessoas que afirmam possuir esse tipo de capacidade ou que se consideram clarissencientes estão envolvidas em engano ou armadilha — e é provável que elas mesmas estejam sendo enganadas.