Pergunta
O que significa "batizado na sua morte" em Romanos 6:3?
Resposta
Em Romanos 5:12-21, o apóstolo Paulo discute o problema generalizado do pecado, que "entrou no mundo por um homem [Adão], e pelo pecado a morte, e assim a morte veio a todos os homens, porque todos pecaram" (versículo 12). Em Romanos 6:3-7, Paulo apresenta a solução para esse problema humano universal do pecado: "Ou será que vocês ignoram que todos nós que fomos batizados em Cristo Jesus fomos batizados na sua morte? Fomos sepultados com ele na morte pelo batismo, para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também nós andemos em novidade de vida" (Romanos 6:3-4).
O batismo na água serve como uma representação visual da profunda realidade espiritual na qual os crentes nascidos de novo são identificados com o segundo Adão, que é Jesus Cristo (veja Romanos 5:14-21; 1 Coríntios 15:47). Por meio do batismo espiritual, os crentes se tornam participantes da morte, do sepultamento e da ressurreição de Jesus Cristo, a fonte de sua nova vida em Cristo: "... tendo sido sepultados juntamente com ele no batismo, no qual vocês também foram ressuscitados por meio da fé no poder de Deus que o ressuscitou dentre os mortos" (Colossenses 2:12). A "única transgressão de Adão resultou em condenação para todas as pessoas", ao passo que "por um só ato de justiça, veio a graça sobre todos para a justificação que dá vida" (Romanos 5:18).
A mensagem de Paulo em Romanos 6 é que os crentes em Jesus Cristo não estão mais condenados a uma vida de pecado e morte. No momento da salvação, somos batizados pelo Espírito Santo na morte e subsequente ressurreição de Cristo (João 3:5; Efésios 2:18; 1 Coríntios 12:13; Atos 8:12; 10:44-48). Nossa sentença de morte, que herdamos por meio de Adão, é revertida por meio de nossa união com Jesus Cristo e nossa participação em Sua morte, sepultamento e ressurreição. Não somos literalmente crucificados como Cristo foi, mas quando acreditamos nEle e no que Ele fez - que Ele morreu na cruz por nossos pecados, foi sepultado e ressuscitou - somos espiritualmente batizados em Sua morte.
A palavra batizado significa "submergido ou imerso em". Como crentes, estamos todos "em Jesus Cristo ... pela fé, pois todos vocês que foram batizados em Cristo se revestiram de Cristo" (Gálatas 3:26-27). Nós nos tornamos participantes espirituais que estão totalmente imersos na morte de Cristo para que "também nós andemos em novidade de vida" (Romanos 6:4) Nele. Como estamos "unidos a ele na sua morte", também somos "ressuscitados para a vida como ele foi" (Romanos 6:5). Nossa velha natureza pecaminosa "foi crucificada com ele, para que o corpo do pecado seja destruído, e não sejamos mais escravos do pecado. Pois quem morreu está justificado do pecado. Ora, se já morremos com Cristo, cremos que também viveremos com ele" (Romanos 6:6-7).
Antes da salvação, "vocês estavam mortos em suas transgressões e pecados, nos quais vocês andaram noutro tempo, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, do espírito que agora atua nos filhos da desobediência. Entre eles também nós todos andamos no passado, segundo as inclinações da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos por natureza filhos da ira, como também os demais. Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou, e estando nós mortos em nossas transgressões, nos deu vida juntamente com Cristo" (Efésios 2:1-4).
Ser batizado em Sua morte significa nossa morte para o pecado (Gálatas 2:20). O sacrifício expiatório de Cristo quebra o poder do pecado sobre nós (Romanos 6:9-14), liberando-nos para viver para a glória de Deus (Romanos 6:10, 13) e para "nos tornarmos escravos de uma vida justa" (Romanos 6:18). Nossa identificação anterior com Adão em pecado, vergonha, julgamento e morte é agora substituída por uma aliança com Cristo em justiça, justificação, liberdade e vida.
Warren Wiersbe explica a identificação do crente com Cristo por meio do batismo em Sua morte: "Estou em Cristo e identificado com Ele. Portanto, tudo o que aconteceu a Cristo aconteceu a mim. Quando Ele morreu, eu morri. Quando Ele ressuscitou, eu ressuscitei nEle. Agora estou assentado com Ele nas regiões celestiais! . . . Por causa dessa união viva com Cristo, o crente tem um relacionamento totalmente novo com o pecado" (Comentário Expositivo da Bíblia, vol. 1, Victor Books, 1996, p. 531).
O batismo na água serve como uma representação visual da profunda realidade espiritual na qual os crentes nascidos de novo são identificados com o segundo Adão, que é Jesus Cristo (veja Romanos 5:14-21; 1 Coríntios 15:47). Por meio do batismo espiritual, os crentes se tornam participantes da morte, do sepultamento e da ressurreição de Jesus Cristo, a fonte de sua nova vida em Cristo: "... tendo sido sepultados juntamente com ele no batismo, no qual vocês também foram ressuscitados por meio da fé no poder de Deus que o ressuscitou dentre os mortos" (Colossenses 2:12). A "única transgressão de Adão resultou em condenação para todas as pessoas", ao passo que "por um só ato de justiça, veio a graça sobre todos para a justificação que dá vida" (Romanos 5:18).
A mensagem de Paulo em Romanos 6 é que os crentes em Jesus Cristo não estão mais condenados a uma vida de pecado e morte. No momento da salvação, somos batizados pelo Espírito Santo na morte e subsequente ressurreição de Cristo (João 3:5; Efésios 2:18; 1 Coríntios 12:13; Atos 8:12; 10:44-48). Nossa sentença de morte, que herdamos por meio de Adão, é revertida por meio de nossa união com Jesus Cristo e nossa participação em Sua morte, sepultamento e ressurreição. Não somos literalmente crucificados como Cristo foi, mas quando acreditamos nEle e no que Ele fez - que Ele morreu na cruz por nossos pecados, foi sepultado e ressuscitou - somos espiritualmente batizados em Sua morte.
A palavra batizado significa "submergido ou imerso em". Como crentes, estamos todos "em Jesus Cristo ... pela fé, pois todos vocês que foram batizados em Cristo se revestiram de Cristo" (Gálatas 3:26-27). Nós nos tornamos participantes espirituais que estão totalmente imersos na morte de Cristo para que "também nós andemos em novidade de vida" (Romanos 6:4) Nele. Como estamos "unidos a ele na sua morte", também somos "ressuscitados para a vida como ele foi" (Romanos 6:5). Nossa velha natureza pecaminosa "foi crucificada com ele, para que o corpo do pecado seja destruído, e não sejamos mais escravos do pecado. Pois quem morreu está justificado do pecado. Ora, se já morremos com Cristo, cremos que também viveremos com ele" (Romanos 6:6-7).
Antes da salvação, "vocês estavam mortos em suas transgressões e pecados, nos quais vocês andaram noutro tempo, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, do espírito que agora atua nos filhos da desobediência. Entre eles também nós todos andamos no passado, segundo as inclinações da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos por natureza filhos da ira, como também os demais. Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou, e estando nós mortos em nossas transgressões, nos deu vida juntamente com Cristo" (Efésios 2:1-4).
Ser batizado em Sua morte significa nossa morte para o pecado (Gálatas 2:20). O sacrifício expiatório de Cristo quebra o poder do pecado sobre nós (Romanos 6:9-14), liberando-nos para viver para a glória de Deus (Romanos 6:10, 13) e para "nos tornarmos escravos de uma vida justa" (Romanos 6:18). Nossa identificação anterior com Adão em pecado, vergonha, julgamento e morte é agora substituída por uma aliança com Cristo em justiça, justificação, liberdade e vida.
Warren Wiersbe explica a identificação do crente com Cristo por meio do batismo em Sua morte: "Estou em Cristo e identificado com Ele. Portanto, tudo o que aconteceu a Cristo aconteceu a mim. Quando Ele morreu, eu morri. Quando Ele ressuscitou, eu ressuscitei nEle. Agora estou assentado com Ele nas regiões celestiais! . . . Por causa dessa união viva com Cristo, o crente tem um relacionamento totalmente novo com o pecado" (Comentário Expositivo da Bíblia, vol. 1, Victor Books, 1996, p. 531).