Pergunta
O batismo existe no Antigo Testamento?
Resposta
As duas ordenanças do Novo Testamento instituídas por Cristo são o batismo e a Ceia do Senhor. O rito do batismo é uma representação física da antiga vida do novo crente sendo sepultada com o Senhor e, em seguida, ressuscitada para caminhar em novidade de vida. Jesus morreu, foi sepultado e ressuscitou, e o cristão se identifica com Jesus ao ser totalmente imerso na água (simbolizando a morte) e, em seguida, ser tirado da água para viver uma nova vida agora e, um dia, viver em um novo corpo glorificado no estado eterno.
A prática física do batismo não é encontrada no Antigo Testamento, embora haja eventos na história bíblica que prenunciaram a ordenança. O primeiro incidente está registrado em Gênesis e mencionado por Pedro quando ele se refere a como “Deus aguardava com paciência nos dias de Noé, enquanto se preparava a arca, na qual poucas pessoas, apenas oito, foram salvas através da água. O batismo, que corresponde a isso, agora também salva vocês, não sendo a remoção das impurezas do corpo, mas o apelo por uma boa consciência para com Deus, por meio da ressurreição de Jesus Cristo” (1 Pedro 3:20–21). Noé e sua família atravessando as águas do dilúvio simbolizam o batismo do Novo Testamento, segundo Pedro.
Pedro vincula a nossa salvação à história de Noé, usando as águas do dilúvio como um tipo das águas do batismo. Noé foi “salvo pela água”; a arca simbolizou a salvação para Noé, assim como o batismo simboliza a salvação para nós. Veja como Pedro relaciona a história de Noé ao batismo: Noé estava na arca, atravessando a água (do dilúvio), assim como nós estamos em Cristo, atravessando a água (do batismo). A diferença é que a salvação de Noé por meio da arca foi temporária, enquanto a nossa salvação por meio de Cristo é eterna.
Pedro esclarece imediatamente que está falando em sentido espiritual: não se trata da “remoção da sujeira do corpo”, diz ele (1 Pedro 3:21). Não é a lavagem da carne, mas a purificação do coração que ele tem em mente. Não é que os nossos corpos sejam lavados, mas a nossa consciência. Toda a água do mundo não pode remover o pecado. O que torna o batismo significativo não é o fato de ficarmos molhados, mas o que aconteceu no interior, em nossos corações — e é exatamente isso que Pedro afirma. O que torna o batismo significativo é a “promessa” ou “resposta” de um coração em retidão diante de Deus. O batismo é significativo: 1) quando é administrado em conexão com um verdadeiro arrependimento e uma fé genuína no Senhor Jesus; 2) quando é realizado como símbolo do abandono do pecado e da renovação pelo Espírito Santo; e 3) quando é um ato de dedicação total a Deus. Tudo isso é possível por meio da ressurreição de Cristo, pois, se o nosso Senhor não tivesse ressuscitado, jamais poderíamos ter um coração em retidão diante de Deus.
Paulo faz referência a outro tipo de batismo do Antigo Testamento: “Ora, irmãos, não quero que vocês ignorem que os nossos pais estiveram todos sob a nuvem, e todos passaram pelo mar, e todos, em Moisés, foram batizados, tanto na nuvem como no mar” (1 Coríntios 10:1–2). O próprio Moisés passou por um “evento semelhante a um batismo” quando atravessou as águas do Nilo em sua própria “arca” de refúgio, ainda bebê (Êxodo 2). Mais tarde, Moisés conduziu os israelitas através das águas do Mar Vermelho, enquanto todos seguiam a nuvem da glória de Deus. De maneira semelhante à nossa identificação com Cristo e a Nova Aliança, os israelitas foram “batizados” ou “imersos” em Moisés, identificando-se com ele e com a aliança que ele lhes trouxe.
Outra pré-figuração do batismo no Antigo Testamento é vista na história de Jonas. O profeta desce às águas para o que parecia ser uma morte certa, apenas para ser livrado por Deus por meio de um grande peixe que resgata o profeta, proporcionando-lhe assim uma espécie de “ressurreição”. Jonas faz referência a esse fato em sua oração: “As águas me cercaram até a alma, o abismo me rodeou... Tu, porém, fizeste a minha vida subir da sepultura, ó Senhor, meu Deus!” (Jonas 2:5–6). Mais tarde, Jesus usou a história de Jonas como um tipo de Sua própria ressurreição (Lucas 11:29–30).
A água tem sido um símbolo importante ao longo da história bíblica: Noé e sua família foram salvos da destruição mundial pelas águas do dilúvio; os israelitas sob Moisés conquistaram a sua liberdade da escravidão através das águas do Mar Vermelho; os israelitas sob Josué entraram na Terra Prometida através das águas do rio Jordão; Eliseu iniciou o seu ministério após o arrebatamento de Elias ao atravessar as águas do Jordão; João Batista exortou ao arrependimento por meio do batismo na água; e todos os cristãos, desde a ascensão de Jesus, têm usado o batismo na água para demonstrar o seu arrependimento dos pecados e a sua fé em Cristo.
Embora a ordenança do batismo não seja encontrada no Antigo Testamento, há eventos bíblicos que representavam um tipo de batismo, e esses eventos apontavam para a prática do Novo Testamento ordenada por Cristo, na qual acabaram encontrando o seu cumprimento.
A prática física do batismo não é encontrada no Antigo Testamento, embora haja eventos na história bíblica que prenunciaram a ordenança. O primeiro incidente está registrado em Gênesis e mencionado por Pedro quando ele se refere a como “Deus aguardava com paciência nos dias de Noé, enquanto se preparava a arca, na qual poucas pessoas, apenas oito, foram salvas através da água. O batismo, que corresponde a isso, agora também salva vocês, não sendo a remoção das impurezas do corpo, mas o apelo por uma boa consciência para com Deus, por meio da ressurreição de Jesus Cristo” (1 Pedro 3:20–21). Noé e sua família atravessando as águas do dilúvio simbolizam o batismo do Novo Testamento, segundo Pedro.
Pedro vincula a nossa salvação à história de Noé, usando as águas do dilúvio como um tipo das águas do batismo. Noé foi “salvo pela água”; a arca simbolizou a salvação para Noé, assim como o batismo simboliza a salvação para nós. Veja como Pedro relaciona a história de Noé ao batismo: Noé estava na arca, atravessando a água (do dilúvio), assim como nós estamos em Cristo, atravessando a água (do batismo). A diferença é que a salvação de Noé por meio da arca foi temporária, enquanto a nossa salvação por meio de Cristo é eterna.
Pedro esclarece imediatamente que está falando em sentido espiritual: não se trata da “remoção da sujeira do corpo”, diz ele (1 Pedro 3:21). Não é a lavagem da carne, mas a purificação do coração que ele tem em mente. Não é que os nossos corpos sejam lavados, mas a nossa consciência. Toda a água do mundo não pode remover o pecado. O que torna o batismo significativo não é o fato de ficarmos molhados, mas o que aconteceu no interior, em nossos corações — e é exatamente isso que Pedro afirma. O que torna o batismo significativo é a “promessa” ou “resposta” de um coração em retidão diante de Deus. O batismo é significativo: 1) quando é administrado em conexão com um verdadeiro arrependimento e uma fé genuína no Senhor Jesus; 2) quando é realizado como símbolo do abandono do pecado e da renovação pelo Espírito Santo; e 3) quando é um ato de dedicação total a Deus. Tudo isso é possível por meio da ressurreição de Cristo, pois, se o nosso Senhor não tivesse ressuscitado, jamais poderíamos ter um coração em retidão diante de Deus.
Paulo faz referência a outro tipo de batismo do Antigo Testamento: “Ora, irmãos, não quero que vocês ignorem que os nossos pais estiveram todos sob a nuvem, e todos passaram pelo mar, e todos, em Moisés, foram batizados, tanto na nuvem como no mar” (1 Coríntios 10:1–2). O próprio Moisés passou por um “evento semelhante a um batismo” quando atravessou as águas do Nilo em sua própria “arca” de refúgio, ainda bebê (Êxodo 2). Mais tarde, Moisés conduziu os israelitas através das águas do Mar Vermelho, enquanto todos seguiam a nuvem da glória de Deus. De maneira semelhante à nossa identificação com Cristo e a Nova Aliança, os israelitas foram “batizados” ou “imersos” em Moisés, identificando-se com ele e com a aliança que ele lhes trouxe.
Outra pré-figuração do batismo no Antigo Testamento é vista na história de Jonas. O profeta desce às águas para o que parecia ser uma morte certa, apenas para ser livrado por Deus por meio de um grande peixe que resgata o profeta, proporcionando-lhe assim uma espécie de “ressurreição”. Jonas faz referência a esse fato em sua oração: “As águas me cercaram até a alma, o abismo me rodeou... Tu, porém, fizeste a minha vida subir da sepultura, ó Senhor, meu Deus!” (Jonas 2:5–6). Mais tarde, Jesus usou a história de Jonas como um tipo de Sua própria ressurreição (Lucas 11:29–30).
A água tem sido um símbolo importante ao longo da história bíblica: Noé e sua família foram salvos da destruição mundial pelas águas do dilúvio; os israelitas sob Moisés conquistaram a sua liberdade da escravidão através das águas do Mar Vermelho; os israelitas sob Josué entraram na Terra Prometida através das águas do rio Jordão; Eliseu iniciou o seu ministério após o arrebatamento de Elias ao atravessar as águas do Jordão; João Batista exortou ao arrependimento por meio do batismo na água; e todos os cristãos, desde a ascensão de Jesus, têm usado o batismo na água para demonstrar o seu arrependimento dos pecados e a sua fé em Cristo.
Embora a ordenança do batismo não seja encontrada no Antigo Testamento, há eventos bíblicos que representavam um tipo de batismo, e esses eventos apontavam para a prática do Novo Testamento ordenada por Cristo, na qual acabaram encontrando o seu cumprimento.