Pergunta
O que é astúcia na Bíblia?
Resposta
“Astúcia” significa dolo, engano ou malícia. A palavra em si é usada principalmente na Versão King James e em outras traduções mais antigas da Bíblia. Várias palavras hebraicas diferentes são traduzidas como “astúcia” no Antigo Testamento. Cada uma delas significa “engano, traição e desonestidade”, como no Salmo 32:2, que diz: “Bem-aventurado é aquele a quem o Senhor não atribui iniquidade e em cujo espírito não há engano” (NAA). No Novo Testamento, astúcia é usada em João 1:47, onde Jesus diz a respeito de Natanael: “Eis um verdadeiro israelita, em quem não existe fingimento algum!” (NAA) e em 1 Pedro 3:10, que diz: “Aquele que quer amar a vida e ter dias felizes refreie a língua do mal e evite que os seus lábios falem palavras enganosas” (NAA).
Jacó é um exemplo de homem que praticava a astúcia (Gênesis 25). Seu próprio nome é uma expressão hebraica que significa “enganador”. Jacó usou a astúcia para enganar o seu irmão, Esaú, e tirar-lhe o direito de primogenitura (Gênesis 25:29–34). Ele usou a astúcia para induzir seu pai idoso a abençoá-lo, o segundo-nascido, em vez do primogênito (Gênesis 27). Jacó também acabou sendo vítima de astúcia. O seu sogro provou ser tão astuto quanto Jacó (Gênesis 29:16–30). Podemos usar a astúcia para conseguir o que queremos no momento, mas Deus não pode abençoar isso, e muitas vezes acabamos sendo vítimas de nosso próprio engano.
A palavra “astúcia” é sempre usada em sentido negativo na Bíblia. Não há nada de bom na astúcia. “Temo que, assim como a serpente, com a sua astúcia, enganou Eva, assim também a mente de vocês seja corrompida e se afaste da simplicidade e pureza devidas a Cristo” (2 Coríntios 11:3). Deus é verdadeiro e exige que as Suas criaturas humanas também sejam verdadeiras (Levítico 19:11; Efésios 4:25). Jesus “não cometeu pecado, nem foi encontrado engano em sua boca” (1 Pedro 2:22). Todas as formas de desonestidade, engano e astúcia maligna são veementemente condenadas em toda a Escritura (ver Provérbios 6:16–17). Quando Jesus disse a Natanael que ele “não tinha astúcia”, Ele estava fazendo um grande elogio a Natanael. Que se possa dizer de cada um de nós que também somos sem astúcia.
Jacó é um exemplo de homem que praticava a astúcia (Gênesis 25). Seu próprio nome é uma expressão hebraica que significa “enganador”. Jacó usou a astúcia para enganar o seu irmão, Esaú, e tirar-lhe o direito de primogenitura (Gênesis 25:29–34). Ele usou a astúcia para induzir seu pai idoso a abençoá-lo, o segundo-nascido, em vez do primogênito (Gênesis 27). Jacó também acabou sendo vítima de astúcia. O seu sogro provou ser tão astuto quanto Jacó (Gênesis 29:16–30). Podemos usar a astúcia para conseguir o que queremos no momento, mas Deus não pode abençoar isso, e muitas vezes acabamos sendo vítimas de nosso próprio engano.
A palavra “astúcia” é sempre usada em sentido negativo na Bíblia. Não há nada de bom na astúcia. “Temo que, assim como a serpente, com a sua astúcia, enganou Eva, assim também a mente de vocês seja corrompida e se afaste da simplicidade e pureza devidas a Cristo” (2 Coríntios 11:3). Deus é verdadeiro e exige que as Suas criaturas humanas também sejam verdadeiras (Levítico 19:11; Efésios 4:25). Jesus “não cometeu pecado, nem foi encontrado engano em sua boca” (1 Pedro 2:22). Todas as formas de desonestidade, engano e astúcia maligna são veementemente condenadas em toda a Escritura (ver Provérbios 6:16–17). Quando Jesus disse a Natanael que ele “não tinha astúcia”, Ele estava fazendo um grande elogio a Natanael. Que se possa dizer de cada um de nós que também somos sem astúcia.