Pergunta
O que significa o fato de Satanás ser um assassino desde o princípio (João 8:44)?
Resposta
Em João 8:39-47, Jesus contrasta os filhos de Abraão (ou filhos de Deus) com os filhos de Satanás. Os filhos de Abraão são aqueles que praticam as obras piedosas de Abraão (versículo 39). Os filhos de Satanás, entretanto, são aqueles que fazem as obras ímpias de Satanás. O diabo era "assassino desde o princípio e jamais se firmou na verdade, porque nele não há verdade. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira" (versículo 44). Neste artigo, examinaremos o que significa o fato de Satanás ser um assassino desde o início.
João 8:39-47 apresenta um diálogo entre Jesus e um grupo de judeus que afirmavam que Abraão era o seu pai. Se eles fossem filhos de Abraão, diz Jesus, fariam as obras de Abraão. Como esses judeus desejavam matar Jesus, que sempre fala a verdade (de fato, Ele é a verdade), eles provaram ser filhos de Satanás. No versículo 44, Jesus caracteriza o diabo como "homicida desde o princípio" e o "pai da mentira". Aqueles que seguem o exemplo do diabo também estarão cheios de intenção assassina e falsidade.
O fato de Satanás ter sido "homicida desde o princípio" remete à queda da humanidade no Jardim do Éden (Gênesis 3). No jardim, Satanás conseguiu convencer Eva a desobedecer a Deus e a comer da árvore do conhecimento do bem e do mal. "Vendo a mulher que a árvore era boa para se comer, agradável aos olhos e árvore desejável para dar entendimento, tomou do seu fruto e comeu; e deu também ao marido, e ele comeu" (Gênesis 3:6). No momento da desobediência, o pecado e a morte entraram no mundo (Romanos 5:12; 6:23). Satanás fez com que o pecado infectasse o mundo e, de forma enganosa, roubou da humanidade tanto a vida física quanto a eterna. Sua intenção era assassinar a raça humana. É isso que Jesus quis dizer quando afirmou: "Ele [Satanás] foi homicida desde o princípio" (João 8:44).
A descrição de Jesus de Satanás como um assassino destaca a natureza destrutiva de Satanás. Ao contrário de Deus, que é o autor da vida e da verdade (João 14:6), Satanás é o agente da morte e da falsidade (João 10:10). O ato de assassinato não se limita a tirar a vida física de alguém, como quando Caim assassinou Abel (Gênesis 4), mas se estende a tudo que promove a morte espiritual e a separação de Deus.
Satanás não é apenas um assassino, mas "nele não há verdade. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira" (João 8:44). Mentiras e assassinato andam de mãos dadas. No jardim, Satanás mentiu para Eva: "É certo que vocês não morrerão" (Gênesis 3:4), embora Deus tenha dito: "você certamente morrerá" (Gênesis 2:17). O flagrante desrespeito de Satanás pela verdade de Deus é o motivo pelo qual não se deve confiar nele. Pelo contrário, nosso Deus confiável nunca mente. É impossível para Ele fazer isso (Hebreus 6:18).
As palavras de Jesus em João 8:44 são mais do que uma exposição do caráter de Satanás. Elas também são uma ferramenta de diagnóstico para entendermos a nossa própria condição espiritual. Somos "filhos de Abraão"? Ou somos "filhos de Satanás"? Essas perguntas sugerem que a paternidade espiritual tem uma dimensão moral, ética e espiritual. Devemos estar dispostos a nos submeter a um intenso escrutínio para ver se acreditamos na verdade de Deus ou nas mentiras de Satanás (ver 2 Coríntios 13:5).
João 8:39-47 apresenta um diálogo entre Jesus e um grupo de judeus que afirmavam que Abraão era o seu pai. Se eles fossem filhos de Abraão, diz Jesus, fariam as obras de Abraão. Como esses judeus desejavam matar Jesus, que sempre fala a verdade (de fato, Ele é a verdade), eles provaram ser filhos de Satanás. No versículo 44, Jesus caracteriza o diabo como "homicida desde o princípio" e o "pai da mentira". Aqueles que seguem o exemplo do diabo também estarão cheios de intenção assassina e falsidade.
O fato de Satanás ter sido "homicida desde o princípio" remete à queda da humanidade no Jardim do Éden (Gênesis 3). No jardim, Satanás conseguiu convencer Eva a desobedecer a Deus e a comer da árvore do conhecimento do bem e do mal. "Vendo a mulher que a árvore era boa para se comer, agradável aos olhos e árvore desejável para dar entendimento, tomou do seu fruto e comeu; e deu também ao marido, e ele comeu" (Gênesis 3:6). No momento da desobediência, o pecado e a morte entraram no mundo (Romanos 5:12; 6:23). Satanás fez com que o pecado infectasse o mundo e, de forma enganosa, roubou da humanidade tanto a vida física quanto a eterna. Sua intenção era assassinar a raça humana. É isso que Jesus quis dizer quando afirmou: "Ele [Satanás] foi homicida desde o princípio" (João 8:44).
A descrição de Jesus de Satanás como um assassino destaca a natureza destrutiva de Satanás. Ao contrário de Deus, que é o autor da vida e da verdade (João 14:6), Satanás é o agente da morte e da falsidade (João 10:10). O ato de assassinato não se limita a tirar a vida física de alguém, como quando Caim assassinou Abel (Gênesis 4), mas se estende a tudo que promove a morte espiritual e a separação de Deus.
Satanás não é apenas um assassino, mas "nele não há verdade. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira" (João 8:44). Mentiras e assassinato andam de mãos dadas. No jardim, Satanás mentiu para Eva: "É certo que vocês não morrerão" (Gênesis 3:4), embora Deus tenha dito: "você certamente morrerá" (Gênesis 2:17). O flagrante desrespeito de Satanás pela verdade de Deus é o motivo pelo qual não se deve confiar nele. Pelo contrário, nosso Deus confiável nunca mente. É impossível para Ele fazer isso (Hebreus 6:18).
As palavras de Jesus em João 8:44 são mais do que uma exposição do caráter de Satanás. Elas também são uma ferramenta de diagnóstico para entendermos a nossa própria condição espiritual. Somos "filhos de Abraão"? Ou somos "filhos de Satanás"? Essas perguntas sugerem que a paternidade espiritual tem uma dimensão moral, ética e espiritual. Devemos estar dispostos a nos submeter a um intenso escrutínio para ver se acreditamos na verdade de Deus ou nas mentiras de Satanás (ver 2 Coríntios 13:5).