Pergunta
Qual é o significado de Cafarnaum na Bíblia?
Resposta
Cafarnaum é mencionada no Novo Testamento, mas nunca no Antigo. Cafarnaum era uma cidade localizada na costa noroeste do Mar da Galiléia. Ela é importante nas Escrituras porque foi a cidade escolhida por Jesus para morar depois que Ele foi expulso de Nazaré pelos líderes religiosos (Lucas 4:16, 28-30). Cafarnaum também era a cidade natal de Pedro e André, e foi lá que Jesus os chamou para segui-lo (Mateus 4:18-20). Jesus também encontrou Mateus, um cobrador de impostos em Cafarnaum, e o chamou para segui-Lo (Mateus 9:9).
Jesus se referia frequentemente a Cafarnaum e realizou muitos de Seus milagres lá (Mateus 8:5; João 6:17-21). Ele também ensinava na sinagoga (João 6:59; Marcos 1:21). Embora Cafarnaum tivesse sido o local de tantas provas da identidade de Jesus, as pessoas ali se recusavam a acreditar, e Ele a incluiu em uma denúncia contra várias cidades: “Ai de você, Corazim! Ai de você, Betsaida! Porque, se em Tiro e em Sidom se tivessem operado os milagres que foram feitos em vocês, há muito que elas teriam se arrependido, assentadas em pano de saco e cinza. Mas, no Juízo, haverá menos rigor para Tiro e Sidom do que para vocês. E você, Cafarnaum, pensa que será elevada até o céu? Será jogada no inferno!” (Lucas 10:13-15).
Foi em Cafarnaum que Jesus curou o filho do centurião (Mateus 8:5-13), o filho do nobre (João 4:46-53), a sogra de Simão Pedro (Marcos 1:30-31) e o paralítico (Mateus 9:1-2). Em Cafarnaum, Jesus expulsou um espírito imundo (Marcos 1:21-25), ressuscitou a filha de Jairo e curou a mulher com hemorragia (Marcos 5:21-42).
A cidade de Cafarnaum representa muitos que foram expostos ao evangelho, podem gostar de ir à igreja e se consideram cristãos por associação. A familiaridade com Jesus e Sua Palavra lhes dá uma falsa sensação de segurança de que estão bem com Deus, quando na realidade Jesus um dia lhes dirá: “Eu nunca conheci vocês. Afastem-se de mim, vocês que praticam o mal” (Mateus 7:21–23). O povo de Cafarnaum ouviu e viu o que Jesus fez e disse, mas se recusou a acreditar (João 1:12; 12:42). Podemos especular sobre o motivo: acreditar custaria muito caro para eles? Isso perturbaria sua confortável vida religiosa? Isso os desafiaria a se arrependerem do pecado e do orgulho, amar os que não são amáveis e desistir de tudo para segui-lo (Lucas 9:57–62; 4:25–33; João 6:59–66)? Cafarnaum teve uma oportunidade maior do que a maioria das cidades de ouvir e crer em Cristo, e os residentes seriam julgados por um padrão mais elevado (Lucas 10:12; Mateus 11:24). Da mesma forma, seremos julgados de acordo com a luz que nos foi dada (Mateus 5:29; 18:6; Lucas 12:42–48). Se Deus não poupou Cafarnaum devido à sua falta de fé, Ele não poupará aqueles que hoje ouviram a mensagem, viram as evidências e rejeitaram o Seu Filho (2 Pedro 2:4–10; Hebreus 6:4–6).
Jesus se referia frequentemente a Cafarnaum e realizou muitos de Seus milagres lá (Mateus 8:5; João 6:17-21). Ele também ensinava na sinagoga (João 6:59; Marcos 1:21). Embora Cafarnaum tivesse sido o local de tantas provas da identidade de Jesus, as pessoas ali se recusavam a acreditar, e Ele a incluiu em uma denúncia contra várias cidades: “Ai de você, Corazim! Ai de você, Betsaida! Porque, se em Tiro e em Sidom se tivessem operado os milagres que foram feitos em vocês, há muito que elas teriam se arrependido, assentadas em pano de saco e cinza. Mas, no Juízo, haverá menos rigor para Tiro e Sidom do que para vocês. E você, Cafarnaum, pensa que será elevada até o céu? Será jogada no inferno!” (Lucas 10:13-15).
Foi em Cafarnaum que Jesus curou o filho do centurião (Mateus 8:5-13), o filho do nobre (João 4:46-53), a sogra de Simão Pedro (Marcos 1:30-31) e o paralítico (Mateus 9:1-2). Em Cafarnaum, Jesus expulsou um espírito imundo (Marcos 1:21-25), ressuscitou a filha de Jairo e curou a mulher com hemorragia (Marcos 5:21-42).
A cidade de Cafarnaum representa muitos que foram expostos ao evangelho, podem gostar de ir à igreja e se consideram cristãos por associação. A familiaridade com Jesus e Sua Palavra lhes dá uma falsa sensação de segurança de que estão bem com Deus, quando na realidade Jesus um dia lhes dirá: “Eu nunca conheci vocês. Afastem-se de mim, vocês que praticam o mal” (Mateus 7:21–23). O povo de Cafarnaum ouviu e viu o que Jesus fez e disse, mas se recusou a acreditar (João 1:12; 12:42). Podemos especular sobre o motivo: acreditar custaria muito caro para eles? Isso perturbaria sua confortável vida religiosa? Isso os desafiaria a se arrependerem do pecado e do orgulho, amar os que não são amáveis e desistir de tudo para segui-lo (Lucas 9:57–62; 4:25–33; João 6:59–66)? Cafarnaum teve uma oportunidade maior do que a maioria das cidades de ouvir e crer em Cristo, e os residentes seriam julgados por um padrão mais elevado (Lucas 10:12; Mateus 11:24). Da mesma forma, seremos julgados de acordo com a luz que nos foi dada (Mateus 5:29; 18:6; Lucas 12:42–48). Se Deus não poupou Cafarnaum devido à sua falta de fé, Ele não poupará aqueles que hoje ouviram a mensagem, viram as evidências e rejeitaram o Seu Filho (2 Pedro 2:4–10; Hebreus 6:4–6).